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Total de Questões Encontradas: 2.317 de 252.126
Exibindo: Página 13 de 464

Questão: 61 / QT-266454
Ano: 2017
Banca: CESPE / CEBRASPE
Órgão: PJC-MT
Cargo: Delegado de Polícia Substituto
Disciplina: Direito Processual Penal
O princípio da paridade de armas (par condicio)

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não é aplicável ao processo penal brasileiro em face do sistema acusatório.

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se aplica ao processo penal de forma absoluta.

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é também denominado princípio do contraditório.

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é exercido sem restrições no âmbito do inquérito policial.

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é mitigado na ação penal pública pelo princípio da oficialidade.


Questão: 62 / QT-266455
Ano: 2017
Banca: CESPE / CEBRASPE
Órgão: PJC-MT
Cargo: Delegado de Polícia Substituto
Disciplina: Direito Processual Penal
Quando da entrada em vigor da Lei n.º 9.099/1995, que dispõe sobre os juizados especiais cíveis e criminais, foi imposta como condição de procedibilidade a representação do ofendido nos casos de lesão corporal leve ou culposa. Nas ações em andamento à época, as vítimas foram notificadas a se manifestar quanto ao prosseguimento ou não dos feitos. Nesse caso, o critério adotado no que se refere às leis processuais no tempo foi o da

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interpretação extensiva.

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retroatividade.

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territorialidade.

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extraterritorialidade.

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irretroatividade.


Questão: 63 / QT-266456
Ano: 2017
Banca: CESPE / CEBRASPE
Órgão: PJC-MT
Cargo: Delegado de Polícia Substituto
Disciplina: Direito Processual Penal

Tendo como referência o entendimento dos tribunais superiores e o posicionamento doutrinário dominante a respeito de prisão, medidas cautelares e liberdade provisória, julgue os seguintes itens.


I- A gravidade em abstrato do crime justifica a prisão preventiva com base na garantia da ordem pública, representando, por si só, fundamento idôneo para a segregação cautelar do réu.

II- As medidas cautelares pessoais são decretadas pelo juiz, de ofício ou a requerimento das partes, no curso da ação penal, ou no curso da investigação criminal, somente por representação da autoridade policial ou a requerimento do MP.

III- Em razão do sistema processual brasileiro, não é possível ao magistrado determinar, de ofício, a prisão preventiva do indiciado na fase de investigação criminal ou pré-processual.

IV- A inafiançabilidade dos crimes hediondos e daqueles que lhes são assemelhados não impede a concessão judicial da liberdade provisória sem fiança.

V- A fiança somente pode ser fixada como contracautela, ou seja, como substituição da prisão em flagrante ou da prisão preventiva anteriormente decretada.


Estão certos apenas os itens

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I, II e V.

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I, III e IV.

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I, IV e V.

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II, III e IV.

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II, III e V.


Questão: 64 / QT-266457
Ano: 2017
Banca: CESPE / CEBRASPE
Órgão: PJC-MT
Cargo: Delegado de Polícia Substituto
Disciplina: Direito Processual Penal
Conforme súmula do STF, é direito do advogado do investigado o acesso aos autos do inquérito policial. Nesse sentido, o advogado do investigado

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deverá obrigatoriamente participar do interrogatório policial do investigado, sob pena de nulidade absoluta do procedimento.

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terá acesso às informações concernentes à representação e decretação, ainda pendentes de conclusão, de medidas cautelares pessoais que digam respeito ao investigado, excluindo-se aquelas que alcancem terceiros eventualmente envolvidos.

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terá direito ao pleno conhecimento, sem restrições, de todas as peças e atos da investigação.

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deverá ser comunicado previamente de todas as intimações e diligências investigativas que digam respeito ao exercício do direito de defesa no interesse do representado.

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terá acesso amplo aos elementos constantes em procedimento investigatório que digam respeito ao indiciado e que já se encontrem documentados nos autos.


Questão: 65 / QT-266458
Ano: 2017
Banca: CESPE / CEBRASPE
Órgão: PJC-MT
Cargo: Delegado de Polícia Substituto
Disciplina: Direito Processual Penal
Assinale a opção correta no que se refere à ação penal.

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Aplica-se a perempção como forma extintiva da punibilidade às ações penais exclusivamente privadas e às ações privadas subsidiárias das públicas.

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O princípio da indivisibilidade, quando não observado, impõe ao juiz a rejeição da denúncia nas ações penais públicas.

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Há legitimidade concorrente do ofendido e do MP para a persecução de crimes contra a honra de funcionário público em razão de suas funções.

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Na ação penal privada, todas as manifestações de disponibilidade pelo ofendido serão extensivas a todos os réus e(ou) responsáveis pelo fato delituoso, independentemente de qualquer reserva ou condição apresentada por eles.

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Diante de concurso formal entre um delito de ação penal pública e outro de ação penal privada, caberá ao representante do MP oferecer denúncia em relação aos dois crimes.



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